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Como a Impropriedade do Tema 1.198 do STJ Impacta o Interesse de Agir e a Litigância Abusiva?

Como a Impropriedade do Tema 1.198 do STJ Afeta o Interesse de Agir e a Litigância Abusiva? No âmbito do Direito Processual Civil, questões acerca da impropriedade do tema 1.198 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) emergem como tratativas

Blog Memória Forense (legado)2 min de leitura
Como a Impropriedade do Tema 1.198 do STJ Impacta o Interesse de Agir e a Litigância Abusiva?

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Como a Impropriedade do Tema 1.198 do STJ Afeta o Interesse de Agir e a Litigância Abusiva?

No âmbito do Direito Processual Civil, questões acerca da impropriedade do tema 1.198 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) emergem como tratativas essenciais para a advocacia brasileira, especialmente ao abordar o interesse de agir e a litigância abusiva. Este artigo busca esclarecer as nuances desse tema aplicadas à prática forense e salienta a importância de um posicionamento adequado por parte do advogado, visando proteção ao cliente e à efetividade da justiça.

O que diz a jurisprudência sobre o interesse de agir?

O interesse de agir é um dos pressupostos para a propositura de uma ação, conforme previsto no artigo 17 do Código de Processo Civil (CPC). A jurisprudência do STJ tem se debruçado sobre a questão, destacando a necessidade da demonstração de um fato jurídico que justifique a demanda. Sem tal interesse, a ação poderá ser considerada inadmissível.

Neste contexto, o tema 1.198 do STJ, que refere-se à necessidade do interessado demonstrar o interesse processual, gerou debates acerca de sua aplicabilidade. A impropriedade deste tema pode desencadear a litigância abusiva, conforme disposto no artigo 80 do CPC, isto é, um comportamento reprovável no exercício do direito de ação.

A litigância abusiva e suas consequências

Em se tratando de litigância abusiva, a Lei prevê consequências para o advogado e para a parte envolvida. Conforme o artigo 81 do CPC, o juiz pode condenar o litigante a pagar multa e também os honorários advocatícios em dobro, caso fique comprovado que a ação foi movida com má-fé ou em desrespeito aos preceitos legais e processuais.

Esse cenário reforça a importância dos advogados em orientar seus clientes sobre a possibilidade de impropriedade no exercício do direito de ação. Uma análise crítica sobre a viabilidade de qualquer demanda é imprescindível, a fim de evitar desdobramentos indesejados na esfera judicial.

Como preservar o cliente diante de alegações de litigância abusiva?

  • Análise prévia: Estudar minuciosamente os fatos e a viabilidade da demanda;
  • Documentação adequada: Reunir todas as provas que sustentem o interesse de agir;
  • Orientação clara: Aconselhar o cliente sobre as implicações de uma ação desnecessária;
  • Estratégia processual: Elaborar uma tese sólida que atenda aos requisitos legais.

Portanto, ao se deparar com ações que possam ser afetadas pela impropriedade do tema 1.198 do STJ, o advogado deve agir de forma preventiva, garantindo não apenas a proteção de seu cliente, mas também a integridade do sistema judiciário como um todo.

Se você ficou interessado na litigância abusiva e deseja aprofundar seu conhecimento no assunto, então veja aqui o que temos para você!

Assinado: José R. Sales

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